quinta-feira, 29 de abril de 2010
MUDAR
...... Mudar é um desafio, e alivia um pensamento de que algo está errado.Acima de tudo é nesses momentos que evoluimos. Quando mudamos, vencemos ilusões a nosso respeito e dos outros. A mudança é o ponto de partida para atingirmos estados de consciência cada vez mais elevados. A consciência é o conjunto do coração com a mente, que nos faz agir, e convida-nos à flexibilidade, quando a aceitamos, nada mais que isso.
Há um ritmo no modo como a mudança ocorre, e com o passar dos anos, disso tomei
consciência, por ter participado em alguns grupos de pesoas, que viveram mudanças
drásticas nas suas vidas, muito embora as situações e particularidades fossem diferentes, tal como são as próprias pessoas.
A partir daí, percebi que as minhas mudanças também se encontravam no "ciclo de mudanças"
Existem momentos em que temos de agir e tomat atitudes, para resolver ou minimizar os problemas. Enquanto alguns pensam, outros vivem a cometer uma sucessão de erros, até que uma solução simoles, prática e lógica, lhes prenda a atenção, e as faça entender que vale a pena mudar.
Há um ritmo no modo como a mudança ocorre, e com o passar dos anos, disso tomei
consciência, por ter participado em alguns grupos de pesoas, que viveram mudanças
drásticas nas suas vidas, muito embora as situações e particularidades fossem diferentes, tal como são as próprias pessoas.
A partir daí, percebi que as minhas mudanças também se encontravam no "ciclo de mudanças"
Existem momentos em que temos de agir e tomat atitudes, para resolver ou minimizar os problemas. Enquanto alguns pensam, outros vivem a cometer uma sucessão de erros, até que uma solução simoles, prática e lógica, lhes prenda a atenção, e as faça entender que vale a pena mudar.
quarta-feira, 28 de abril de 2010
REFLEXÕES
... Basta um olhar para as grandes cidades, e lá está bem vincado, o retrato da indiferença: gente maltratada, infeliz, doente, paupérrima, estendendo as mãos, pedindo,suplicando.
Do interior dos carros, vidros fechados, gozando as delícias do ar condocionado, perfumados e alimentados, olhamos para essas cenas e temos a sensação de que setamos a ver um filme. Alguns reagem com irritação, culpam o governo, reclamam pelas diferenças sociais,chamam vadios aos andrajosos, que nos olaham com um ar cobiçoso ou infeliz.Outros, viram o rosto, enjoados pelo espectáculo da miséria e do abandono.
E há os que se compadecem, mas receiam abrir a janela, estender a mão e sorrir.Mas todos esquecem os espectáculos da pobreza, logo que chegam a casa, ao trabalho ou aos locais de lazer.
Num restautrante quem se lembra dos famintos? Em frente aos pratos cheios e apetitosos, porque teriam de se lembrar das crianças esqueleticas, mães famintas etc,etc.
Nos cinemas, as lágrimas correm diante de filmes, que retratam a desigualdade social, mas quando de lá saímos, ficamos impassíveis diamte do homem que sofre ao nosso lado.
Que fizemos da nossa sensibilidade diante da dor alheia? Em que pontos da nosa vida é que a indiferença se instalou no nossos peito e com mãos de gelo, segurou o nosso coração?
Obviamente que a caridade não exclui a prudência, e é tambem claro que não nos podemos responsabilizar por todas as dores do mundo, mas reflectindo: estaremos efectivamente a fazer tudo que é possível?
Mesmo que estejamos a dar as sobras das nossas mesas, roupas usadas e alguns euros para uma Intituição, será que estamos mesmo a contribuir para reduzir a desigualdade que se vê e que cresce assustadoramente todos os dias?
Cada um de nós, no papel que desempenha, pode contribuir para mudare este estado de coisas. Quem de nós vive tão isolado que não possa estimular o seu próximo, para o
estudo ou para o trabalho? Quem de nós com uma boa situaçãp financeira, escolhe uma criança pobre e lhe dá a hipóteses de viver dignamente? Quantas vezes temos hipótese de mudar a vida a um desvalido e nos calamos, omitimos ou encolhemos?
Para quem tem uma verdadeira vontade de contribuir, a vida oferecerá certamente, oportunidades ìmpares de fazer a difereça, e por isso devemos abrir o nosso coração
para o amor. Procuremos ver em cada criatura que sofre, o irmão que tacteia, cego, em busca de uma mão amiga, que lhe ofereça apoio e segurança.
" A INDIFERENÇA É A ESCURIDÃO DA ALMA "
Do interior dos carros, vidros fechados, gozando as delícias do ar condocionado, perfumados e alimentados, olhamos para essas cenas e temos a sensação de que setamos a ver um filme. Alguns reagem com irritação, culpam o governo, reclamam pelas diferenças sociais,chamam vadios aos andrajosos, que nos olaham com um ar cobiçoso ou infeliz.Outros, viram o rosto, enjoados pelo espectáculo da miséria e do abandono.
E há os que se compadecem, mas receiam abrir a janela, estender a mão e sorrir.Mas todos esquecem os espectáculos da pobreza, logo que chegam a casa, ao trabalho ou aos locais de lazer.
Num restautrante quem se lembra dos famintos? Em frente aos pratos cheios e apetitosos, porque teriam de se lembrar das crianças esqueleticas, mães famintas etc,etc.
Nos cinemas, as lágrimas correm diante de filmes, que retratam a desigualdade social, mas quando de lá saímos, ficamos impassíveis diamte do homem que sofre ao nosso lado.
Que fizemos da nossa sensibilidade diante da dor alheia? Em que pontos da nosa vida é que a indiferença se instalou no nossos peito e com mãos de gelo, segurou o nosso coração?
Obviamente que a caridade não exclui a prudência, e é tambem claro que não nos podemos responsabilizar por todas as dores do mundo, mas reflectindo: estaremos efectivamente a fazer tudo que é possível?
Mesmo que estejamos a dar as sobras das nossas mesas, roupas usadas e alguns euros para uma Intituição, será que estamos mesmo a contribuir para reduzir a desigualdade que se vê e que cresce assustadoramente todos os dias?
Cada um de nós, no papel que desempenha, pode contribuir para mudare este estado de coisas. Quem de nós vive tão isolado que não possa estimular o seu próximo, para o
estudo ou para o trabalho? Quem de nós com uma boa situaçãp financeira, escolhe uma criança pobre e lhe dá a hipóteses de viver dignamente? Quantas vezes temos hipótese de mudar a vida a um desvalido e nos calamos, omitimos ou encolhemos?
Para quem tem uma verdadeira vontade de contribuir, a vida oferecerá certamente, oportunidades ìmpares de fazer a difereça, e por isso devemos abrir o nosso coração
para o amor. Procuremos ver em cada criatura que sofre, o irmão que tacteia, cego, em busca de uma mão amiga, que lhe ofereça apoio e segurança.
" A INDIFERENÇA É A ESCURIDÃO DA ALMA "
segunda-feira, 26 de abril de 2010
25DEABRIL
... Trinya e quatro anos estão passados, desde o dia em que o destino me trouxe a esta terra de acolhimento.
Sempre disse que recordar é fazer do passado, mais do que o presente têm de útil.
Todavia, a minha sinceridade obriga-me a dizer, por mais que isso me doa,e seja contrário à minha pesoa, ontem o desespero tomou conta de mim, quando pretendi
pensar atentamente no 25 de Abril
O 25 de Abril na minha modesta opinião, após todos estes anos, não está completado,
já que se goraram, quase todas as expectativas a ele inerentes.
Falar de injustiças depois de todos este anos, e por mais qu as coisas se tenham alterado, parece despropositado, mas quanto a mim, deve mais do que nunca ser posto em evidência,pois nunca é tarde.
A sociedade Portuguesa é hoje mais justa que antes, mas persistem desigualdades sociais intoleráveis e escandalosas e pior ainda, situações de miséria e pobreza
indignas, do espírito de quantos fizeram o a5 de Abril, e afinal de todos nós. È
hora, mais do que nunca, de arrepiar caminho e por mãos à obra. Não às utopias mas
sim ás práticas de justiça que devem ser implementadas, através de actos concretos
e reais, que provem inequívocamente, existir bom senso na política
Muito mais deveria ser dito e repetido,e 'e hora de todos nós contribuiurmos e participarmos de forma mais activa, denunciando eficazmente casos de compadrio e favoritismo,que a justiça funciona apenas para punir os mais pequenos, os ordenados
e premios extravagentes dos gestrores, a corrupção que grassa nos "tubarões", e derrubemos de uma vez por todas, todos aqueles que em nome do povo, se aproveitam apenas para encher os bolsos.
Demos hoje o 1º passo nesse sentido com firmeza, segurança, sem medo, pois a razão
está do nosso lado.
Sempre disse que recordar é fazer do passado, mais do que o presente têm de útil.
Todavia, a minha sinceridade obriga-me a dizer, por mais que isso me doa,e seja contrário à minha pesoa, ontem o desespero tomou conta de mim, quando pretendi
pensar atentamente no 25 de Abril
O 25 de Abril na minha modesta opinião, após todos estes anos, não está completado,
já que se goraram, quase todas as expectativas a ele inerentes.
Falar de injustiças depois de todos este anos, e por mais qu as coisas se tenham alterado, parece despropositado, mas quanto a mim, deve mais do que nunca ser posto em evidência,pois nunca é tarde.
A sociedade Portuguesa é hoje mais justa que antes, mas persistem desigualdades sociais intoleráveis e escandalosas e pior ainda, situações de miséria e pobreza
indignas, do espírito de quantos fizeram o a5 de Abril, e afinal de todos nós. È
hora, mais do que nunca, de arrepiar caminho e por mãos à obra. Não às utopias mas
sim ás práticas de justiça que devem ser implementadas, através de actos concretos
e reais, que provem inequívocamente, existir bom senso na política
Muito mais deveria ser dito e repetido,e 'e hora de todos nós contribuiurmos e participarmos de forma mais activa, denunciando eficazmente casos de compadrio e favoritismo,que a justiça funciona apenas para punir os mais pequenos, os ordenados
e premios extravagentes dos gestrores, a corrupção que grassa nos "tubarões", e derrubemos de uma vez por todas, todos aqueles que em nome do povo, se aproveitam apenas para encher os bolsos.
Demos hoje o 1º passo nesse sentido com firmeza, segurança, sem medo, pois a razão
está do nosso lado.
domingo, 25 de abril de 2010
EVOLUÇÃO
... Parecemos distantes dos nossos objectivos como seres humanos.
Talvez esteja na hora de repensarmos tudo isso, de deixarmos de lado os guias do século passado, de acreditar nos mitos e fantasias, e em tudo que é divulgado pela
imprensa escrita e falada (ávida apenas de sensionalismo), e voltar à velha roda
de amigos, aos grupos de trabalho, onde cada um, olha nos olhos do outro e, as experiências são divididas e multiplicadas, visando a melhoria de todos.
QUANDO EU EVOLUO, TORNO-ME MELHOR!
UMA PARTE FAZ PARTE DO TODO!
QUANDO UMA PARTE EVOLUI, O TODO TAMBÉM EVOLUÍ!
E para concluir:...
QUANDO AS PESSOAS SÃO AS "PARTES" EVOLUEM, E O MUNDO
QUE É O "TODO" TORNA-SE UM LUGAR MELHOR!
Talvez esteja na hora de repensarmos tudo isso, de deixarmos de lado os guias do século passado, de acreditar nos mitos e fantasias, e em tudo que é divulgado pela
imprensa escrita e falada (ávida apenas de sensionalismo), e voltar à velha roda
de amigos, aos grupos de trabalho, onde cada um, olha nos olhos do outro e, as experiências são divididas e multiplicadas, visando a melhoria de todos.
QUANDO EU EVOLUO, TORNO-ME MELHOR!
UMA PARTE FAZ PARTE DO TODO!
QUANDO UMA PARTE EVOLUI, O TODO TAMBÉM EVOLUÍ!
E para concluir:...
QUANDO AS PESSOAS SÃO AS "PARTES" EVOLUEM, E O MUNDO
QUE É O "TODO" TORNA-SE UM LUGAR MELHOR!
sexta-feira, 23 de abril de 2010
PINTURAS
terça-feira, 20 de abril de 2010
ESPERANÇA
... A esperança não nasce nas falsas ilusões que tantas vezes criamos para fugir da dor. Não nasce nos caminhos de tentações que escolhemos apenas para satisfazer os nossos prazeres mundanos. A esperança não nasce nos castelos de areia que construimos para esconder o nosso medo. A espernça não nasce nas ideias que nos levam a crer, que a vida termina com o cessar dos fluidos vitais do nosso físico.
A esperança náo nasce nas coisas externas...
A esperança nasce bem dentro do nosso intimo.
Nasce quando deixamos que esse intimo se volte para a luz.Nasce quando despertamos para a vida e passamos a valorizar acima de tudo os bens espirituais, como o nossa maior riqueza.
A esperança chega, quando preparamos a nossa "bagagem" com as ferramentas que serão úteis à nossa evolução. Ela chega quando expressamos as nossas dores, deixamos que as lágrimas caiam, e quando acreditamos que o sofrimento não é eterno, e mesmo que não soubermos o que vamos encontrar, retomemos confiantes a nossa jornada, porque nunca estaremos sózinhos.
A esperança brota dos nossos corações, quando o limpamos dos sentimentos nocivos que o contaminam.
A esperança reina em nós, quando compreendemos que não importa as quedas que possamos sofrer, os erros praticados, ou os momentos de insanidade, mas sim a fé verdadeira que pulsa em nós e nos leva na procura de outro amanhecer.
A esperança está conosco, quando deixamos o receio e a dúvida pra trás, e trilhamos o caminho para onde fomos chamados a proseguir, vendo ao nosso lado, os amigos que não nos abandonam nessa tarefa.
A esperança começa quando abraçamos o Envangelho do MESTRE e iniciamos a renovação.A esperança cresce quando realmente sentimos o amparo divino que nunca nos deixa abandonados e nos acompanha em todos os momentos, nos inspira e fortalece, diante das provas pelas quais precisamos passar para chegar até ao PAI.
A esperança é encontrada quando escolhemos a vida, e mesmo diante da dor, dos sonhos desfeitos, das perdas, das aflições e da tristeza, compreendemos que os caminhos se renovam e a vida vale sempre a pena
E assim, a esperança reacende-se e a tudo dá luz, porque a esperança está em nós, e sempre estará, e ela surgira, quando escolhemos A LUZ.
A esperança náo nasce nas coisas externas...
A esperança nasce bem dentro do nosso intimo.
Nasce quando deixamos que esse intimo se volte para a luz.Nasce quando despertamos para a vida e passamos a valorizar acima de tudo os bens espirituais, como o nossa maior riqueza.
A esperança chega, quando preparamos a nossa "bagagem" com as ferramentas que serão úteis à nossa evolução. Ela chega quando expressamos as nossas dores, deixamos que as lágrimas caiam, e quando acreditamos que o sofrimento não é eterno, e mesmo que não soubermos o que vamos encontrar, retomemos confiantes a nossa jornada, porque nunca estaremos sózinhos.
A esperança brota dos nossos corações, quando o limpamos dos sentimentos nocivos que o contaminam.
A esperança reina em nós, quando compreendemos que não importa as quedas que possamos sofrer, os erros praticados, ou os momentos de insanidade, mas sim a fé verdadeira que pulsa em nós e nos leva na procura de outro amanhecer.
A esperança está conosco, quando deixamos o receio e a dúvida pra trás, e trilhamos o caminho para onde fomos chamados a proseguir, vendo ao nosso lado, os amigos que não nos abandonam nessa tarefa.
A esperança começa quando abraçamos o Envangelho do MESTRE e iniciamos a renovação.A esperança cresce quando realmente sentimos o amparo divino que nunca nos deixa abandonados e nos acompanha em todos os momentos, nos inspira e fortalece, diante das provas pelas quais precisamos passar para chegar até ao PAI.
A esperança é encontrada quando escolhemos a vida, e mesmo diante da dor, dos sonhos desfeitos, das perdas, das aflições e da tristeza, compreendemos que os caminhos se renovam e a vida vale sempre a pena
E assim, a esperança reacende-se e a tudo dá luz, porque a esperança está em nós, e sempre estará, e ela surgira, quando escolhemos A LUZ.
segunda-feira, 19 de abril de 2010
sábado, 17 de abril de 2010
SAUDADE
... Tenho andado, digamos assim, "numa de saudade"
A saudade não tem cor, mas pode ter cheiro. Não a podemos ver nem tão pouco tocá-la, mas sabemos que é grande
A saudade pode ser o sentimento que alimenta um relacionamento amoroso, ou apenas o que sobra dele.Pode ser uma ausência suave, ou um tipo de solidão.
Pode ser a recordação daquele momento e daquela pessoa, que um dia,mesmo sabendo ser impossível, ousamos querer ver.
Saudade é a dor de quem encontrou e nunca mais encontrará, de quem sentiu, e nunca mais voltará a sentir.
A saudade mistura-se com outros sentimentos e transforma-se: a soma da saudade com a
solidão, significa DOR, o resultado da saudade com a esperança é a MOTIVAÇÃO.
A saudade é o registo fiel do passado. É a prova incontestável de tudo o que vivemos
e ficou impresso na alma. Ao confessarmosuma saudade, estamos na verdade, a vangloriar-nos, de pelo menos uma vez na vida,termos conhecido pessoas e vivermos situações que foram boas e serão eternas nas nossas almas, e nutri-la é,alimentar o espírito e a própria existência.
Se há tantas e, ao mesmo tempo, tão imprecisas definições de saudade,resta-nos apenas
cultivá-la e alimentá-la, com pensamentos, música, fotografias, lugares,fins de tarde e madrugadas.
Saibamos viver plenamente o presente, pois ele será A SAUDOSA LEMBRANÇA DE AMAHÃ.
A saudade não tem cor, mas pode ter cheiro. Não a podemos ver nem tão pouco tocá-la, mas sabemos que é grande
A saudade pode ser o sentimento que alimenta um relacionamento amoroso, ou apenas o que sobra dele.Pode ser uma ausência suave, ou um tipo de solidão.
Pode ser a recordação daquele momento e daquela pessoa, que um dia,mesmo sabendo ser impossível, ousamos querer ver.
Saudade é a dor de quem encontrou e nunca mais encontrará, de quem sentiu, e nunca mais voltará a sentir.
A saudade mistura-se com outros sentimentos e transforma-se: a soma da saudade com a
solidão, significa DOR, o resultado da saudade com a esperança é a MOTIVAÇÃO.
A saudade é o registo fiel do passado. É a prova incontestável de tudo o que vivemos
e ficou impresso na alma. Ao confessarmosuma saudade, estamos na verdade, a vangloriar-nos, de pelo menos uma vez na vida,termos conhecido pessoas e vivermos situações que foram boas e serão eternas nas nossas almas, e nutri-la é,alimentar o espírito e a própria existência.
Se há tantas e, ao mesmo tempo, tão imprecisas definições de saudade,resta-nos apenas
cultivá-la e alimentá-la, com pensamentos, música, fotografias, lugares,fins de tarde e madrugadas.
Saibamos viver plenamente o presente, pois ele será A SAUDOSA LEMBRANÇA DE AMAHÃ.
MEMÓRIAScontinuação
...... Depois comecei a desxcer a avenida em direcção ao Rossio e já próximo, encontrei um cafá aberto e entrei. Perguntei ao empregao qual o preco do galão e res-
pondeu-me que era dez escudos. E se for´só oito escudos retorqui. O homem mirou-me de alto a baixo e começou a preparar o galão.Deve ter reparado na barba por fazer,nos olhos remelados, na roupa amarotada e algo suja de roçar nas escadas. Fui
à casa de banho, aliveei a bexiga, lavei a cara e as mãos. Daí a pouco com o calor dogalão a inundar-me o estômago, estava pronto para mais um dia.
Hoje posso afirmar com toda a certeza que no tempo em que vivi esta situação e que forsm práticamente três meses, chorei mais lágrimas, do que a água que tinha bebido até então. Não foram só lágrimas de dor, foram também de revolta, de fúria, de saudade, de melancolia e de solidão.
Há fases na nossa vida, que parecem eternas. Aquela dor no coração e na alma, que não sara, o pontapé que levamos e que nos magoa, a ferida interior que parece nunca mais cicatrizar, a dor e a mágoa que as pessoas nos fazem. Pois é, passamos por fases de dores e parece que nunca mais voltaremos a sorrir, mas o pior é quando olhamos para o lado e vemos pessoas felizes, e então parece que o nosso destino é viver, penando e chorando.Sei que tudo isto depende da resistência psicologica de cada um,da forma como se encara a vida, da nossa fé em Deus, mas tudo isso tem os seus limites. Sabia que estava a atravessar uma fase menos boa e tinha que acordar do sonho ruim e perceber o valor do recomeço. Sózinho, tive que descobrir que o meu sofrimento, era o tempo que levaria a ter verginha nan cra, e erguer-me, porque nada teria efeito, se interiormente nnão tomasse a decisão que tudo i~ria ser diferente e que era tão só uma questão de tempo.
pondeu-me que era dez escudos. E se for´só oito escudos retorqui. O homem mirou-me de alto a baixo e começou a preparar o galão.Deve ter reparado na barba por fazer,nos olhos remelados, na roupa amarotada e algo suja de roçar nas escadas. Fui
à casa de banho, aliveei a bexiga, lavei a cara e as mãos. Daí a pouco com o calor dogalão a inundar-me o estômago, estava pronto para mais um dia.
Hoje posso afirmar com toda a certeza que no tempo em que vivi esta situação e que forsm práticamente três meses, chorei mais lágrimas, do que a água que tinha bebido até então. Não foram só lágrimas de dor, foram também de revolta, de fúria, de saudade, de melancolia e de solidão.
Há fases na nossa vida, que parecem eternas. Aquela dor no coração e na alma, que não sara, o pontapé que levamos e que nos magoa, a ferida interior que parece nunca mais cicatrizar, a dor e a mágoa que as pessoas nos fazem. Pois é, passamos por fases de dores e parece que nunca mais voltaremos a sorrir, mas o pior é quando olhamos para o lado e vemos pessoas felizes, e então parece que o nosso destino é viver, penando e chorando.Sei que tudo isto depende da resistência psicologica de cada um,da forma como se encara a vida, da nossa fé em Deus, mas tudo isso tem os seus limites. Sabia que estava a atravessar uma fase menos boa e tinha que acordar do sonho ruim e perceber o valor do recomeço. Sózinho, tive que descobrir que o meu sofrimento, era o tempo que levaria a ter verginha nan cra, e erguer-me, porque nada teria efeito, se interiormente nnão tomasse a decisão que tudo i~ria ser diferente e que era tão só uma questão de tempo.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
MEMÓRIAScontinuação
.... Nesse final de dia e como timha ainda algum dinheiro, resolvi voltar a dortmir na pensão, pois para além de não te para onde ir, também nada encontrara mais barato.
Custou-me imenso adormecer nesse dia, pois para além da fome,não conseguia vislumbrar nenhuma saída para resolver o problema da dormida. Depois de muito
"matutar", decidi que no dia seguinte, falaria com o chefe, no sentidode me ajudar a tentar um adiantamento sobre o vencimento ou um empréstimo.
Nodia seguinte, logo que foi oportuno, falei com o chefe que me levou ao local onde
podia eventualmente resolver a questão. Mais uma vez me foi recusado qualquer hipotese de auxílio pois não era norma do Banco agir dessa forma. Escusado será dizer o desanimo edesalento que experimentei, mas mais do que isso, foi a raiva e a
fúria que tomou conta de mim, pois podia até enntender as normas do Banco, mas o que
não podia aceitar era a fora como os colegas, conhecedores da minha situação, não tivessem tido um pingo de solidariedade.Novamente a constatação que os retornados para eles valiam ZERO.Então pensei que devia atribuir esta derrota, mais à invalidez do impulso interior, do que aos obstáculos que estavam a ser postos à minha frente, mais à minha alma incapaz de se bater com vigor e tenaciaded, do que às minhas resistências. O mal que via era o aguilhão para o bem que desejava.Tinha que resistir,mas essa resistência tinha que ser assente sobretudo no contacto com a relaidade e força criadora.Mas naquela altura o que mais podia fazer. Desejava ardentemente estar com os meus filhos, levar-lhes a minha presença, mas como realizar
isso, se nem sequer tinha meios para eu próprio subsistir.Ainda continuei por mais
alguns dias na Pensão pois a minha mãe tinha-me enviado por um portador.No final
do mês de Setembro, recebi metade do vencimento e tive que abandonar a pensão e dormir onde calhasse. Confesso que de todas as dificuldades que tive de enfrentar em
toda a minha vida, essa foi sem dúvida a experiência que mais me custou, que mais me
dilacerou, e que me marcou profundamente. Tinha deixado a mala num armário nas casa
banho do Banco, e ao fim da tarde depois saída, deambulava pelas ruas até às tantas da noite e quando me sentia completamente exausto, acabava por dormitar escassas horas no Parque Eduardo VII, ou nas escadas das entradas do Metropolitano que aí existem.
A noite tem um encanto diferente do dia, mas é também a altura em que o lado mais selvagem do homem aparece. Sentia-me só, triste e completamente perdido.Nessas deambulções notívagas, parava para observar as pessoas ora apressadas, ora vagarosas,
os carros que passavam, as montras, o movimento dos cafés, e vi muito mais coisas
inclusivé certos caminhos que eram oferecidos de mão beijada, nomeadamente droga e prostituição, que eram sem dúvida uma tentação.Felizmente andei por outros caminhos,mas caminhos por onde nunca tinha andado, o caminho da fuga a uma rusga policial, o caminho da fuga para evitar ser reconhecido por um colega,o caminho da
tentação de entrar num café e roubar um bolo porque estava faminto,o caminho da fuga das conversas com os sem abrigo,( com quem aprendi muita coisa)o caminho da fuga de mim mesmo.Muitas vezes ficava parado na penumbra, atento a todos os ruídos, que do,
alto das escadas do metro se ouviam, e aos poucos ia sendo invadido pela fadiga e pelo sono.Sentado ficava por ali por muito tempo, com as penas encolhidas,dobrado sobre os joelhos, com o rosto apoiado nas mãos abertas, enquanto o frio se espalhava pelo corpo.Apesar de estar cheio de sono, só conseguia adormecer por curtos períodos,
devido à posição e ao frio e ansiava deseperadamente pela manhã.
Recordo que um dia ainda cedo, acordei sobressaltado, ouvi ruidos de passos a descer as escadas.Em poucos segundos, estava confrontado com um enorme cão a ladrar e a a fazer avanços para me morder. O que me valeu foi o dono e a trela com que o segurava. Envergonhado, levantei-me e sai para a rua.Tinha parado de chover. No alto das escadas junto ao Marquês, o céu começava a tingir-se de fortes tons avermelhados,pois em breve seria dia claro.Deliciei-me um pouco com esta visão, enquanto o corpo aquecia um pouco.Dei graças a Deus por mais um dia,e também por ao menos os meus filhos, terem uma cama onde dormir
Custou-me imenso adormecer nesse dia, pois para além da fome,não conseguia vislumbrar nenhuma saída para resolver o problema da dormida. Depois de muito
"matutar", decidi que no dia seguinte, falaria com o chefe, no sentidode me ajudar a tentar um adiantamento sobre o vencimento ou um empréstimo.
Nodia seguinte, logo que foi oportuno, falei com o chefe que me levou ao local onde
podia eventualmente resolver a questão. Mais uma vez me foi recusado qualquer hipotese de auxílio pois não era norma do Banco agir dessa forma. Escusado será dizer o desanimo edesalento que experimentei, mas mais do que isso, foi a raiva e a
fúria que tomou conta de mim, pois podia até enntender as normas do Banco, mas o que
não podia aceitar era a fora como os colegas, conhecedores da minha situação, não tivessem tido um pingo de solidariedade.Novamente a constatação que os retornados para eles valiam ZERO.Então pensei que devia atribuir esta derrota, mais à invalidez do impulso interior, do que aos obstáculos que estavam a ser postos à minha frente, mais à minha alma incapaz de se bater com vigor e tenaciaded, do que às minhas resistências. O mal que via era o aguilhão para o bem que desejava.Tinha que resistir,mas essa resistência tinha que ser assente sobretudo no contacto com a relaidade e força criadora.Mas naquela altura o que mais podia fazer. Desejava ardentemente estar com os meus filhos, levar-lhes a minha presença, mas como realizar
isso, se nem sequer tinha meios para eu próprio subsistir.Ainda continuei por mais
alguns dias na Pensão pois a minha mãe tinha-me enviado por um portador.No final
do mês de Setembro, recebi metade do vencimento e tive que abandonar a pensão e dormir onde calhasse. Confesso que de todas as dificuldades que tive de enfrentar em
toda a minha vida, essa foi sem dúvida a experiência que mais me custou, que mais me
dilacerou, e que me marcou profundamente. Tinha deixado a mala num armário nas casa
banho do Banco, e ao fim da tarde depois saída, deambulava pelas ruas até às tantas da noite e quando me sentia completamente exausto, acabava por dormitar escassas horas no Parque Eduardo VII, ou nas escadas das entradas do Metropolitano que aí existem.
A noite tem um encanto diferente do dia, mas é também a altura em que o lado mais selvagem do homem aparece. Sentia-me só, triste e completamente perdido.Nessas deambulções notívagas, parava para observar as pessoas ora apressadas, ora vagarosas,
os carros que passavam, as montras, o movimento dos cafés, e vi muito mais coisas
inclusivé certos caminhos que eram oferecidos de mão beijada, nomeadamente droga e prostituição, que eram sem dúvida uma tentação.Felizmente andei por outros caminhos,mas caminhos por onde nunca tinha andado, o caminho da fuga a uma rusga policial, o caminho da fuga para evitar ser reconhecido por um colega,o caminho da
tentação de entrar num café e roubar um bolo porque estava faminto,o caminho da fuga das conversas com os sem abrigo,( com quem aprendi muita coisa)o caminho da fuga de mim mesmo.Muitas vezes ficava parado na penumbra, atento a todos os ruídos, que do,
alto das escadas do metro se ouviam, e aos poucos ia sendo invadido pela fadiga e pelo sono.Sentado ficava por ali por muito tempo, com as penas encolhidas,dobrado sobre os joelhos, com o rosto apoiado nas mãos abertas, enquanto o frio se espalhava pelo corpo.Apesar de estar cheio de sono, só conseguia adormecer por curtos períodos,
devido à posição e ao frio e ansiava deseperadamente pela manhã.
Recordo que um dia ainda cedo, acordei sobressaltado, ouvi ruidos de passos a descer as escadas.Em poucos segundos, estava confrontado com um enorme cão a ladrar e a a fazer avanços para me morder. O que me valeu foi o dono e a trela com que o segurava. Envergonhado, levantei-me e sai para a rua.Tinha parado de chover. No alto das escadas junto ao Marquês, o céu começava a tingir-se de fortes tons avermelhados,pois em breve seria dia claro.Deliciei-me um pouco com esta visão, enquanto o corpo aquecia um pouco.Dei graças a Deus por mais um dia,e também por ao menos os meus filhos, terem uma cama onde dormir
quinta-feira, 15 de abril de 2010
AMIGO
.............. PARA O MEU AMIGO ( SR.PADRE NUNO ..............
Amigo, palavra tão fácil de escrever e pronunciar, mas tão difícil de ter.
E tu, meu grande amigo, és aquele que ampara nos momentos difíceis, aquele que me critica nos erros e nas fraquezas. ès aquele que não engana, que não elogia, para não explorar.
Ès os ouvidos que ouvem, os olhos que vêem,que diz palavras que constroem, és o amigo
que me fez aprender com os próprios erros, e me ensinou a dizer não, quando é mesmo o não que quero dizer. Ès o amigo que me ensinou a ter forças para voltar atrás,pedir
perdão, refazer o caminho agradecer a DEUS, a dividir o pouco que tenho, e não me
aprisionar ao que não possuo, que me ensinou a reconhecer que não sei tudo, e que todos os dias se aprende, que a certeza da vida futura, e a convicção de que receberei, das leis da vida, o que a elas tiver oferecido.
És o amigo que me ensinou a usar o silêncio, quando ouvir palavras infelizes, ofensas,críticas, quando a maledicência me procura,quando a ignorância me acusa,quando o orgulho me humilha, quando a vaidade me provoca.
A paz que hoje carrego, a ti o devo, e á fé e confiança em DEUS, a quem quero continuar aservir com toda a humildade.
Por tudo isto, OBRIGADO MEU AMIGO.
Amigo, palavra tão fácil de escrever e pronunciar, mas tão difícil de ter.
E tu, meu grande amigo, és aquele que ampara nos momentos difíceis, aquele que me critica nos erros e nas fraquezas. ès aquele que não engana, que não elogia, para não explorar.
Ès os ouvidos que ouvem, os olhos que vêem,que diz palavras que constroem, és o amigo
que me fez aprender com os próprios erros, e me ensinou a dizer não, quando é mesmo o não que quero dizer. Ès o amigo que me ensinou a ter forças para voltar atrás,pedir
perdão, refazer o caminho agradecer a DEUS, a dividir o pouco que tenho, e não me
aprisionar ao que não possuo, que me ensinou a reconhecer que não sei tudo, e que todos os dias se aprende, que a certeza da vida futura, e a convicção de que receberei, das leis da vida, o que a elas tiver oferecido.
És o amigo que me ensinou a usar o silêncio, quando ouvir palavras infelizes, ofensas,críticas, quando a maledicência me procura,quando a ignorância me acusa,quando o orgulho me humilha, quando a vaidade me provoca.
A paz que hoje carrego, a ti o devo, e á fé e confiança em DEUS, a quem quero continuar aservir com toda a humildade.
Por tudo isto, OBRIGADO MEU AMIGO.
MEMÓRIAScontinuação
... Nodia seguinte, levantei-me cedo, bastante nervoso. À hora marcada estava à porta
da secção de Pessoal e Recursos Humanos do B.T.A.na rua Luciano Cordeiro.Nesse primeiro contacto queria naturalmente causar boa inpressão, calma e simpatia, e esforçava-me para não deixar transparecer um certo nervosismo.Procurei manter-me calmo e apresentei-me com discrição.Depois de cumpridas todas as formalidades, portador de uma ordem de serviço aparesentei-me na rua do Ouro 88, secção de câmbios, onde tinha sido colocado.A minha colocação nesse local ficou a dever-se ao
conhecimento que tinha de Inglês escrito e falado conforme constava do meu processo
individual do Banco Comercial de Angola.Após as habituais apresentações, conduziram-me ao gabinete do Director geral daquela área. Depois de me cumprimentar e de passar
alguns minutos a ler o meu processo,fitou-me e disse-me com um ar de desdém, revelador da pouca personalidade que possuía:Estou espantado por eu saber falar Inglês, pois pensava que para além do português, eu só deveria saber falar "a língua
dos pretos". Naquele momento consegui controlar-me através de um sorriso calmo, pois
a ironia dele, permitri-me-ia a resposta adequada, logo que oportuno.Fiquei como não
podia deixar de ser, com uma péssima impressão daquele sujeito, mas as surpresas não
ficaram por aqui, uma vez que me interpelou dizendo:Vou telefonar e dentro de momentos estará cá alguém para aquilatar as suas capacidades linguísticas.Pouco tempo tinha decorrido, quando entrou uma senhora que me cumprimentou em Inglês (respondi da mnesma forma) e entabulamos uma curta conversa. Curiosamente tinha
observado durante a presença desta senhora no gabinete que ela falava com o director só em Português e ele respondia da mesma forma,e isso deixou-me à vontade e cheio de coragem, já que sentia estar a ser alvo de um tratamento habitual e disse:sr director, se isro é um exame, recuso-me a fazê-lo, pois devo lembrar-lhe que não
estou a ser admitido como se de um novato se tratasse,estou isso sim a ser reeintegrado,tal com já aconteceu neste e noutros Bancos,o que é evidentemente diferente, mas se tanto insiste no exame proponho que ambos façamos o mesmo tipo de
exame. Caso o resultad final do meu seja inferior ao seu, terá então todo o direito
em dizer-me que não sirvo para este trabalho, pois certamente outros haverá que me
recebam. Voltei a dirigir-me em Inglês à senhora e conversamos mais um pouco, e quando terminamos, ela perguntou ao director se tinha percebido o teor da nossa conversa.Deu uma sonora gargalhada, e disse: a srª sabem bem que não pesco nada DE
Inglês e sinceramente não estou a entender a razão da sua pergunta. Sr. Dorector é
apenas para dizer-lhe que o sr Teixeira, tem mais conhecimentos doque a grande maioria dos empregados do Banco. Sem moral para alegar fosse o que fosse, remeteu-me
para a secção de câmbios. Esta foi a primeira briga que "comprei" naquele Banco, mas
não podia esquecer, que ainda não se tinha diluído o estigma da palavra retornado.
-me
tipo encomenda postal ou amostra sem valor para o local onde tinha dido colocado.
da secção de Pessoal e Recursos Humanos do B.T.A.na rua Luciano Cordeiro.Nesse primeiro contacto queria naturalmente causar boa inpressão, calma e simpatia, e esforçava-me para não deixar transparecer um certo nervosismo.Procurei manter-me calmo e apresentei-me com discrição.Depois de cumpridas todas as formalidades, portador de uma ordem de serviço aparesentei-me na rua do Ouro 88, secção de câmbios, onde tinha sido colocado.A minha colocação nesse local ficou a dever-se ao
conhecimento que tinha de Inglês escrito e falado conforme constava do meu processo
individual do Banco Comercial de Angola.Após as habituais apresentações, conduziram-me ao gabinete do Director geral daquela área. Depois de me cumprimentar e de passar
alguns minutos a ler o meu processo,fitou-me e disse-me com um ar de desdém, revelador da pouca personalidade que possuía:Estou espantado por eu saber falar Inglês, pois pensava que para além do português, eu só deveria saber falar "a língua
dos pretos". Naquele momento consegui controlar-me através de um sorriso calmo, pois
a ironia dele, permitri-me-ia a resposta adequada, logo que oportuno.Fiquei como não
podia deixar de ser, com uma péssima impressão daquele sujeito, mas as surpresas não
ficaram por aqui, uma vez que me interpelou dizendo:Vou telefonar e dentro de momentos estará cá alguém para aquilatar as suas capacidades linguísticas.Pouco tempo tinha decorrido, quando entrou uma senhora que me cumprimentou em Inglês (respondi da mnesma forma) e entabulamos uma curta conversa. Curiosamente tinha
observado durante a presença desta senhora no gabinete que ela falava com o director só em Português e ele respondia da mesma forma,e isso deixou-me à vontade e cheio de coragem, já que sentia estar a ser alvo de um tratamento habitual e disse:sr director, se isro é um exame, recuso-me a fazê-lo, pois devo lembrar-lhe que não
estou a ser admitido como se de um novato se tratasse,estou isso sim a ser reeintegrado,tal com já aconteceu neste e noutros Bancos,o que é evidentemente diferente, mas se tanto insiste no exame proponho que ambos façamos o mesmo tipo de
exame. Caso o resultad final do meu seja inferior ao seu, terá então todo o direito
em dizer-me que não sirvo para este trabalho, pois certamente outros haverá que me
recebam. Voltei a dirigir-me em Inglês à senhora e conversamos mais um pouco, e quando terminamos, ela perguntou ao director se tinha percebido o teor da nossa conversa.Deu uma sonora gargalhada, e disse: a srª sabem bem que não pesco nada DE
Inglês e sinceramente não estou a entender a razão da sua pergunta. Sr. Dorector é
apenas para dizer-lhe que o sr Teixeira, tem mais conhecimentos doque a grande maioria dos empregados do Banco. Sem moral para alegar fosse o que fosse, remeteu-me
para a secção de câmbios. Esta foi a primeira briga que "comprei" naquele Banco, mas
não podia esquecer, que ainda não se tinha diluído o estigma da palavra retornado.
-me
tipo encomenda postal ou amostra sem valor para o local onde tinha dido colocado.
quarta-feira, 14 de abril de 2010
MEMÓRIAS
... Hoje decidi voltar às minhas memórias,e como tal abri o LIVRO DA MINHA VIDA, para
procurar algo que de certa maneira me proporcionasse um pouco mais de alegria. Curiosamente ao abrir o livro apareceu-me a página onde descrevo o início da minha vida em Lisboa, no distante ano de 1976.
........ "Novos horizontes começaram a aparecer.Era a luz ao fundo do túnel.È necessario ser persistente e acreditar que tudo depende da nossa capacidade.Tinha que continuar a apostar em mim,e confiar na minha força para lutar, depois de tantos e desgastantes contratempos.A vida oferece-nos desafios constantes, e é preciso sabermos enfrentá-los pra sairmos vencedores, pois se os horizontes existem é porque existe uma meta para ser alcançada. Para quem vem viver pela primeira vez numa cidade
como Lisboa, os riscos são muitos, mas se soubesse aproveitar a oportunidade para
melhrar a vida, e conhecer outras possibilidades, poderia voltar a estar bem e ser feliz.
Chegueia Lisboa no dia 14 de Setembro de 1976 por volta do meio dia, e recordo que a minha bagagem era constituida, por uma pequena mala, que continha,3 pares de calças,
4 camisas,6 pares de peugas, 8 pares de meias e lenços, para além dos objectos de higiene pessoal. Na carteira tinha os documentos de identificação, a carta do Banco
Tota & Açores a solicitar a minha apresentação, e quinhentos escudos que a minha mãe
me tinha dado. Isto era tudo o que possuía, ao fim de trinta e seis anos.
A minha primeira preocupação foi naturalmente encontrar alojamento para pernoitar,a um preço barato. Depois de muito procurar, enconteri um quarto numa pensão da rua Luciano Cordeiro, asseado e bem arejado e pelo qual paguei 100 escudos.Para esse dia
o problema estava resolvido, mas não podia de forma alguma continuar lá por muito mais tempo, pois era incomportável.Na minha cabeça fervilhava um turbilhão de pensamentos, para os quais não conseguia vislumbrar resposta adequada. Resolvi sair
e dar uma volta para espairecer.Cerca das 19 horas estava exausto e faminto, pois
desde a manhã que nada mais tinha comido.Numa tasca, enganei a fome comemdo uma sopa
e uma carcaça, e fui para o quarto descansar.Estava em pânico, como resultado imediato do medo por não saber como resolver o problema, e isso tinha surgido de uma forma súbita, sem aviso prévio.
procurar algo que de certa maneira me proporcionasse um pouco mais de alegria. Curiosamente ao abrir o livro apareceu-me a página onde descrevo o início da minha vida em Lisboa, no distante ano de 1976.
........ "Novos horizontes começaram a aparecer.Era a luz ao fundo do túnel.È necessario ser persistente e acreditar que tudo depende da nossa capacidade.Tinha que continuar a apostar em mim,e confiar na minha força para lutar, depois de tantos e desgastantes contratempos.A vida oferece-nos desafios constantes, e é preciso sabermos enfrentá-los pra sairmos vencedores, pois se os horizontes existem é porque existe uma meta para ser alcançada. Para quem vem viver pela primeira vez numa cidade
como Lisboa, os riscos são muitos, mas se soubesse aproveitar a oportunidade para
melhrar a vida, e conhecer outras possibilidades, poderia voltar a estar bem e ser feliz.
Chegueia Lisboa no dia 14 de Setembro de 1976 por volta do meio dia, e recordo que a minha bagagem era constituida, por uma pequena mala, que continha,3 pares de calças,
4 camisas,6 pares de peugas, 8 pares de meias e lenços, para além dos objectos de higiene pessoal. Na carteira tinha os documentos de identificação, a carta do Banco
Tota & Açores a solicitar a minha apresentação, e quinhentos escudos que a minha mãe
me tinha dado. Isto era tudo o que possuía, ao fim de trinta e seis anos.
A minha primeira preocupação foi naturalmente encontrar alojamento para pernoitar,a um preço barato. Depois de muito procurar, enconteri um quarto numa pensão da rua Luciano Cordeiro, asseado e bem arejado e pelo qual paguei 100 escudos.Para esse dia
o problema estava resolvido, mas não podia de forma alguma continuar lá por muito mais tempo, pois era incomportável.Na minha cabeça fervilhava um turbilhão de pensamentos, para os quais não conseguia vislumbrar resposta adequada. Resolvi sair
e dar uma volta para espairecer.Cerca das 19 horas estava exausto e faminto, pois
desde a manhã que nada mais tinha comido.Numa tasca, enganei a fome comemdo uma sopa
e uma carcaça, e fui para o quarto descansar.Estava em pânico, como resultado imediato do medo por não saber como resolver o problema, e isso tinha surgido de uma forma súbita, sem aviso prévio.
terça-feira, 13 de abril de 2010
REFLEXÕES2
À minha boa e sincera amiga DULCE
Uma vez mais o meu mto obrigado pelas suas palavras
A caminhada neste Mundo de aparências e máscaras leva-nos, muitas vezes a pensarmos,que somos aquilo que não somos, ou que já não somos.Cada situação exige uma postura, cada vivência traz uma nova máscara, e nós sem reperarmos,perdemos o contacto conosco mesmo,peredemos a referência de quem realmente somos e para que estamos aqui.
Naturalmente perguntará: então onde ficamos nós, os verdadeiros nós, escondidos no meio deste cenário? Onde fica a nossa história real,tantas vezes abafada, por tanta ilusão e espectaculo?
Cada um de nós tem bem dentro desi, um universo de emoções,sentimentos e ideias,mas falta interesse para conhecer este universo,coragem poara encara-lo de frente, falta coragem para entrarmos nos nossos "porões", para caçar os nossos próprios fantasmas
Aquyi e agora, somos apenas uma infima parte de tudo o que trazemos na nossa essência enão podemos basear-nos no que vemos e sentimos, nessa situação, para aferirmos tudo o que faz parte da consciência daquilo que realmente somos, para al´m da personalidade que assumimos hoje.
O que somos hoje, ou o que vemos e percebemos de nós hoje, representa tão pouco da riqueza que trazemos na nossa essência, que qualquer conclusão, ou dedução que façamnos, com base apenas em dados presentes, será incompleta, injusta e imparcial.
Somos todos como imensos quebra cabeças, cujas peças são as experiencias que já tivemos oportunidade de experimentar, e em cada peça há sempre um segredo, uma chave, que permitirá encaixá-la no conjunto, tornando-o mais harmónico e compreensível.Por vezes as peças parecem não encaixar, parecem estranhas, e há ocasiões em que sentimos que as peças estão todas defeituosas e já não servem para nada.Todavia, nenhuma delas é inútil pois nenhuma se perde. Todas elas são parte de um todo, e nenhuma pode faltar, para que hja coerência e coesão naquilo que verdadeiramente somos.
Se partirmos da hipótese que somos um caleidoscópio de personalidade, podemos compreender melhor as nossas tendências e impulsos, já que não viemos a este mundo completamente livres de qualquer influência. Somos hoje, reflexo e consequência do que fomos ontem, e seremos amanhã o reflexo e consequência do que somos e estamos a ser hoje.
Somos todos herdeiros de nós mesmos, física, mental e espiritualmente, pois herdamos de nós proprios o que vivenciamos, e no fundo continuaremos a herdar, aquilo que criamos e guardamos em nós mesmos.
Assim, tudo o que precisamos hoje, para sermos melhores e mais felizes, já está dentro de nós, dentro da nossa essência, dentro do nosso verdadeiro eu, pois não há nada que possamos ir buscar fora, que já não esteja dentro de nóa, ainda que por vezes, esqueciso ou ignorado. O que falta é so coragem, para encarar e trabalhar este conteúdo de forma consciente e equilibrada, sem que o conteudo nos posua, e detrmine as nossas acções por impulso.
A vida é só uma e nela vivemos vários papeis, alguns de forma bem intensa que nos agradam ou magoam, mas é a vida.
As minhas sibñceras desculpas por ter ido tão longe, mas escrever o pouco que sei para si é um prazer
Uma vez mais o meu mto obrigado pelas suas palavras
A caminhada neste Mundo de aparências e máscaras leva-nos, muitas vezes a pensarmos,que somos aquilo que não somos, ou que já não somos.Cada situação exige uma postura, cada vivência traz uma nova máscara, e nós sem reperarmos,perdemos o contacto conosco mesmo,peredemos a referência de quem realmente somos e para que estamos aqui.
Naturalmente perguntará: então onde ficamos nós, os verdadeiros nós, escondidos no meio deste cenário? Onde fica a nossa história real,tantas vezes abafada, por tanta ilusão e espectaculo?
Cada um de nós tem bem dentro desi, um universo de emoções,sentimentos e ideias,mas falta interesse para conhecer este universo,coragem poara encara-lo de frente, falta coragem para entrarmos nos nossos "porões", para caçar os nossos próprios fantasmas
Aquyi e agora, somos apenas uma infima parte de tudo o que trazemos na nossa essência enão podemos basear-nos no que vemos e sentimos, nessa situação, para aferirmos tudo o que faz parte da consciência daquilo que realmente somos, para al´m da personalidade que assumimos hoje.
O que somos hoje, ou o que vemos e percebemos de nós hoje, representa tão pouco da riqueza que trazemos na nossa essência, que qualquer conclusão, ou dedução que façamnos, com base apenas em dados presentes, será incompleta, injusta e imparcial.
Somos todos como imensos quebra cabeças, cujas peças são as experiencias que já tivemos oportunidade de experimentar, e em cada peça há sempre um segredo, uma chave, que permitirá encaixá-la no conjunto, tornando-o mais harmónico e compreensível.Por vezes as peças parecem não encaixar, parecem estranhas, e há ocasiões em que sentimos que as peças estão todas defeituosas e já não servem para nada.Todavia, nenhuma delas é inútil pois nenhuma se perde. Todas elas são parte de um todo, e nenhuma pode faltar, para que hja coerência e coesão naquilo que verdadeiramente somos.
Se partirmos da hipótese que somos um caleidoscópio de personalidade, podemos compreender melhor as nossas tendências e impulsos, já que não viemos a este mundo completamente livres de qualquer influência. Somos hoje, reflexo e consequência do que fomos ontem, e seremos amanhã o reflexo e consequência do que somos e estamos a ser hoje.
Somos todos herdeiros de nós mesmos, física, mental e espiritualmente, pois herdamos de nós proprios o que vivenciamos, e no fundo continuaremos a herdar, aquilo que criamos e guardamos em nós mesmos.
Assim, tudo o que precisamos hoje, para sermos melhores e mais felizes, já está dentro de nós, dentro da nossa essência, dentro do nosso verdadeiro eu, pois não há nada que possamos ir buscar fora, que já não esteja dentro de nóa, ainda que por vezes, esqueciso ou ignorado. O que falta é so coragem, para encarar e trabalhar este conteúdo de forma consciente e equilibrada, sem que o conteudo nos posua, e detrmine as nossas acções por impulso.
A vida é só uma e nela vivemos vários papeis, alguns de forma bem intensa que nos agradam ou magoam, mas é a vida.
As minhas sibñceras desculpas por ter ido tão longe, mas escrever o pouco que sei para si é um prazer
REFLEXÕES
... Minha querida amiga DULCE.
Ontem à noite um pouco antes de me deitar, reflecti um pouco sobre as suas palavras e também o porquê de certas atitudes que, enquanto seres humanos tomamos.
Tentei explicar a mim próprio, que somos assim, mutantes, sinfónicos...Seguimos
certos padrões, mas não somos sempre assim, mudamos, somos como a energia,positivamente duplo, ou negativamente instáveis.
Em certos momentos queremos o Mundo, noutros a calma. (quem não for bipolar, que atire a primeira pedra)
Somos apenas, o que somos.Acho não ser possível, determinar um padrão para os seres
humanos.Explicá-los, penso que é desnecessário, não funcional. Agora,compreendê-los
e aceitá-los da maneira que são, é sem dúvida uma grande arte.
A noite foi-se. A madrugada traz consigo o silêncio das ruas de uma cidade que despiu-se da festa, para vestir-se do cotidiano.
Descanse,pois, o descanso calmo dos que esperam que cada coisa aconteça a seu tempo.
com muita amizade e gratidão por ter uma amiga assim.
Ontem à noite um pouco antes de me deitar, reflecti um pouco sobre as suas palavras e também o porquê de certas atitudes que, enquanto seres humanos tomamos.
Tentei explicar a mim próprio, que somos assim, mutantes, sinfónicos...Seguimos
certos padrões, mas não somos sempre assim, mudamos, somos como a energia,positivamente duplo, ou negativamente instáveis.
Em certos momentos queremos o Mundo, noutros a calma. (quem não for bipolar, que atire a primeira pedra)
Somos apenas, o que somos.Acho não ser possível, determinar um padrão para os seres
humanos.Explicá-los, penso que é desnecessário, não funcional. Agora,compreendê-los
e aceitá-los da maneira que são, é sem dúvida uma grande arte.
A noite foi-se. A madrugada traz consigo o silêncio das ruas de uma cidade que despiu-se da festa, para vestir-se do cotidiano.
Descanse,pois, o descanso calmo dos que esperam que cada coisa aconteça a seu tempo.
com muita amizade e gratidão por ter uma amiga assim.
segunda-feira, 12 de abril de 2010
FELIZ
... Poderia estar a fazer qualquer outra coisa, mas estou a escrever porque isso
me deixa Feliz. Escrever é espelhar a alma em palavras, ir ao encontro de nós próprios, procurando e traduzindo aquilo que nos preocupa, aquilo que nos faz pensar.
Vejo muitas vezes pessoas a quererem ser felizes a partir de coisa materiais, ou
siplesmente com ninharias da vida.
Sre feliz não é só casra, ter um filho, uma boa casa e um carro.Obviamente que isto tudo também faz parte da felicidade, mas refiro-me a ser felix no dia a dia, nas pequenas coisas, nos encontros, nos desencontros, no trabalho, no café,, em casa, num
estranho que encontramos na rua.Para ser feliz, diria que talvez,só ter necessidade
dos outros, seja a necvessidsade que precisamos para sermos felizes.
O tempo passa depressa e perdemos tantas oportunidades para sermos felizes com coisas
banais, perdemos tantas oportunidades para fazer os outros felizes, e é dessas que mais nos lembramos.
Todos temos uma necessidade,a necessidade que traduz a nossa natureza, uma necessidade que nos eleva, uma necessidade que para além de nos fazer faliz, pode
também fazer os outros felizes, isto é, a necessidade de partilhar. Todos queremos
partilhar uma tristeza, uma agonia. Queremos partilhar para dividir, o que nos alegraou aflige, com aqueles que estão à nossa volta. Queremos partilhar para que nos digam, como estamos ou o que devemos fazer, mas também queremos partilhar para dar um pouco denós.
Não há pressa em ser feliz, mas devemos ter pressa em deixar de ser infelizes.
A minha felicidade, procura e passa pela construção com base na felicidade dos ouros,
e espero continuar a fazer ous outros, (sejam eles quais forem)felizes, e se conseguir ser feliz pela felicidade de alguém, que até nem conheça, terei conseguido
uma das maiores metas da minha vida.
me deixa Feliz. Escrever é espelhar a alma em palavras, ir ao encontro de nós próprios, procurando e traduzindo aquilo que nos preocupa, aquilo que nos faz pensar.
Vejo muitas vezes pessoas a quererem ser felizes a partir de coisa materiais, ou
siplesmente com ninharias da vida.
Sre feliz não é só casra, ter um filho, uma boa casa e um carro.Obviamente que isto tudo também faz parte da felicidade, mas refiro-me a ser felix no dia a dia, nas pequenas coisas, nos encontros, nos desencontros, no trabalho, no café,, em casa, num
estranho que encontramos na rua.Para ser feliz, diria que talvez,só ter necessidade
dos outros, seja a necvessidsade que precisamos para sermos felizes.
O tempo passa depressa e perdemos tantas oportunidades para sermos felizes com coisas
banais, perdemos tantas oportunidades para fazer os outros felizes, e é dessas que mais nos lembramos.
Todos temos uma necessidade,a necessidade que traduz a nossa natureza, uma necessidade que nos eleva, uma necessidade que para além de nos fazer faliz, pode
também fazer os outros felizes, isto é, a necessidade de partilhar. Todos queremos
partilhar uma tristeza, uma agonia. Queremos partilhar para dividir, o que nos alegraou aflige, com aqueles que estão à nossa volta. Queremos partilhar para que nos digam, como estamos ou o que devemos fazer, mas também queremos partilhar para dar um pouco denós.
Não há pressa em ser feliz, mas devemos ter pressa em deixar de ser infelizes.
A minha felicidade, procura e passa pela construção com base na felicidade dos ouros,
e espero continuar a fazer ous outros, (sejam eles quais forem)felizes, e se conseguir ser feliz pela felicidade de alguém, que até nem conheça, terei conseguido
uma das maiores metas da minha vida.
domingo, 11 de abril de 2010
QUEM
--- Quem é que nunca brincou na lama com os amigos,quem nunca sonhou ter asas
e nas asas da imaginação voou para longe, quem nunv~ca ficou com raiva a um
amigo, fazendo juras que nunca mais falará com ele, e depois de um breve olhar,
tudo ficou como se nada tivesse acontecido, quem nunca pensou fugir para outra
dimensão, quem nunca pensou em mudar o mundo, quem nunca esqueceu um compromisso,
quem nunca deu uma desculpa esfarrapada, quen nunca sentiu vontade de gritar para
dizer que ama, quem nunca foi magoado por um amor, quem nunca fez loucuras para
fazer os outros felizes, quem nunca chorou, quem nunca perdoou, quem nunca foi
perdoado, quem nunca sonhou??
QUEM NUNCA FEZ ISTO, É PORQUE NUNCA VIVEU.
e nas asas da imaginação voou para longe, quem nunv~ca ficou com raiva a um
amigo, fazendo juras que nunca mais falará com ele, e depois de um breve olhar,
tudo ficou como se nada tivesse acontecido, quem nunca pensou fugir para outra
dimensão, quem nunca pensou em mudar o mundo, quem nunca esqueceu um compromisso,
quem nunca deu uma desculpa esfarrapada, quen nunca sentiu vontade de gritar para
dizer que ama, quem nunca foi magoado por um amor, quem nunca fez loucuras para
fazer os outros felizes, quem nunca chorou, quem nunca perdoou, quem nunca foi
perdoado, quem nunca sonhou??
QUEM NUNCA FEZ ISTO, É PORQUE NUNCA VIVEU.
quinta-feira, 8 de abril de 2010
.............
...............
-----------------
HÁ PEDAÇOS DA VIDA QUE FICAM PARA SEMPRE. oUTROS SÃO
FRAGMENTOS TÃO PEQUENINOS QUE NÃO INTERESSAM. DEPOIS HÁ AQUELES INDO-
LENTES E TRISTES, QUE SÃO PARA ESQUECER E FINALMENTE, HÁ CERTOS PEDAÇOS
QUE MESMO SENDO POUCOS, QUANDO JUNTOS,CONSTROEM MOMENTOS DE PURA FELICI-
DADE
...............
-----------------
HÁ PEDAÇOS DA VIDA QUE FICAM PARA SEMPRE. oUTROS SÃO
FRAGMENTOS TÃO PEQUENINOS QUE NÃO INTERESSAM. DEPOIS HÁ AQUELES INDO-
LENTES E TRISTES, QUE SÃO PARA ESQUECER E FINALMENTE, HÁ CERTOS PEDAÇOS
QUE MESMO SENDO POUCOS, QUANDO JUNTOS,CONSTROEM MOMENTOS DE PURA FELICI-
DADE
quarta-feira, 7 de abril de 2010
PIQUICHO
......
QUANDO PENSO EM TI
PENSO COM CARINHO
E MUITA SAUDADE
SOBRAM NÉVOAS DE LEMBRANÇAS
QUE NÃO ME QUERO LEMBRAR
E AS PALAVRAS EMBARGADAS
QUE FICARAM POR FALAR
QUANDO PENSO EM TI
PENSO COM CARINHO
E MUITA SAUDADE
SOBRAM NÉVOAS DE LEMBRANÇAS
QUE NÃO ME QUERO LEMBRAR
E AS PALAVRAS EMBARGADAS
QUE FICARAM POR FALAR
segunda-feira, 5 de abril de 2010
SEMTÍTULO
.... A felicidade e a paz de cada um de nós, não estão tanto no que
podemos alcançar, fazer, lutar, ou mesmo mudar à nossa volta. A felicidade
está sim em saber que essa força, energia e alegria, provém de uma fonte
segura, e que nunca deixará de assistir-nos, em cada difuculdade que
enfrentemos.
Resta lembrar o que disse São Paulo: A FELICIDADE ESTÁ MAIS EM DAR DO QUE
EM RECEBER.
Será que estamos dispostos a dar e a darmo-nos sem reservas a quem de nós
mais precisa?
podemos alcançar, fazer, lutar, ou mesmo mudar à nossa volta. A felicidade
está sim em saber que essa força, energia e alegria, provém de uma fonte
segura, e que nunca deixará de assistir-nos, em cada difuculdade que
enfrentemos.
Resta lembrar o que disse São Paulo: A FELICIDADE ESTÁ MAIS EM DAR DO QUE
EM RECEBER.
Será que estamos dispostos a dar e a darmo-nos sem reservas a quem de nós
mais precisa?
sábado, 3 de abril de 2010
GOSTO
.....
....
GOSTO DE OLHAR O MAR,
ELE LEVA E TRÁS SAUDADES,
QUE PERCORRE E INVADE O MEU SILÊNCIO
PROCURO NAS NOITES COM O SEU TAPETE ESTRELADO
A AURORA QUE TRAZ CONSIGO,
UM COMEÇO SEMPRE CONSTANTE
LAVA A ALMA DOS SONHADORES
COM BANHO DE ALEGRIA,
QUE RENASCE A CADA SORRISO
BUSCA NA ESSÊNCIA DE UM CORAÇÃO
A SUA SINGELEZA, DELICADEZA
QUE SÓ O AMOR PODE CULTIVAR.
....
GOSTO DE OLHAR O MAR,
ELE LEVA E TRÁS SAUDADES,
QUE PERCORRE E INVADE O MEU SILÊNCIO
PROCURO NAS NOITES COM O SEU TAPETE ESTRELADO
A AURORA QUE TRAZ CONSIGO,
UM COMEÇO SEMPRE CONSTANTE
LAVA A ALMA DOS SONHADORES
COM BANHO DE ALEGRIA,
QUE RENASCE A CADA SORRISO
BUSCA NA ESSÊNCIA DE UM CORAÇÃO
A SUA SINGELEZA, DELICADEZA
QUE SÓ O AMOR PODE CULTIVAR.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
ANOSSAPÁSCOA
...... JESUS DEU NOVO SENTIDO Á PÁSCOA
Para nós, é a salvação do pecado pelo sacrfício de CRISTO e por isso, hoje a
celebramos também, como um tempo de reflexão e de gratidão.
A reflexão é feita sobre o sofrimento de JESUS que enfrentou ofensas,agrassões,
desprezo, torturas, e até a morte, pois entregou a sua vida para morrer por nós.
A gratidão a DEUS é devida ao seu incomparável e sigular presente que é JESUS.
ELE veio ao nosso encontro, oferecendo-nos a salvação, alegria, dignidade e paz.
Esta é nossa Páscoa: REFLEXÃO E GRATIDÃO
Para nós, é a salvação do pecado pelo sacrfício de CRISTO e por isso, hoje a
celebramos também, como um tempo de reflexão e de gratidão.
A reflexão é feita sobre o sofrimento de JESUS que enfrentou ofensas,agrassões,
desprezo, torturas, e até a morte, pois entregou a sua vida para morrer por nós.
A gratidão a DEUS é devida ao seu incomparável e sigular presente que é JESUS.
ELE veio ao nosso encontro, oferecendo-nos a salvação, alegria, dignidade e paz.
Esta é nossa Páscoa: REFLEXÃO E GRATIDÃO
quinta-feira, 1 de abril de 2010
ODOMINGO
.... Num domingo de Abril, durante um passeio "para parte incerta", o marido conduzia
serenamente, enquanto a mulher contemplava a paisagem
A certa altura, notou que o marido olhava fixamente para a janela do seu lado. Isto
assustou-a, visto que devia estar atento à condução.Naturalmente perguntou-lhe, o que
estava a observar, ao que ele pacificamente respondeu:nada. Os seu olhar voltou-se de
novo para a estrada que estava à sua frente.
Alguns minutos depois, ela voltou a olhar para o marido e viu que uma lágrima corria
pela sua face.Preocupada perguntou-lhe se havia algum problema.
Dessa vez disse: Estava a pensar no Mário e na história que um dia me contou.Ela
quis então saber da história e amavelmente, pediu que a partilhasse com ela.
Então contou:Quando tinha aproximadamente dez anos, o Mário e eu fomos pescar, e a
certa altura disse-me que os pinheiros, sabem quando é a Páscoa".Ela, como não
conseguia perceber o que ele queria dizer, quis saber um pouco mais.
"os pinheiros têm os novos rebentos, semanas antes da Páscoa, e se olhares para o
topo dos pinheiros, verás pequenos rebentos amarelos. A medida que nos aproximamos
do domingo de Páscoa, o rebento mais alto ramifica-se e formará uma cruz. Até que o Domingo de Páscoa chegue, verás que a maioria dos pinheiros, terá cruzes amarelas
pequenas, na ponta dos seus ramos"
Foi então que, nessa altura,ela olhou pela janela e não queria acreditar no que os
seus olhos viam... Era uma semana antes da Páscoa, e podia ver-se os pinheiros com os
seus rebentos, a apontar para o Céu. Os mais altos brilhavam à luz do Sol,com filas
de minúsculas cruzes dourados.
Só apetece dizer: OH SENHOR, QUÃO BELA É A TUA ARTE....
Uma feliz e abençoada PÁSCOA
serenamente, enquanto a mulher contemplava a paisagem
A certa altura, notou que o marido olhava fixamente para a janela do seu lado. Isto
assustou-a, visto que devia estar atento à condução.Naturalmente perguntou-lhe, o que
estava a observar, ao que ele pacificamente respondeu:nada. Os seu olhar voltou-se de
novo para a estrada que estava à sua frente.
Alguns minutos depois, ela voltou a olhar para o marido e viu que uma lágrima corria
pela sua face.Preocupada perguntou-lhe se havia algum problema.
Dessa vez disse: Estava a pensar no Mário e na história que um dia me contou.Ela
quis então saber da história e amavelmente, pediu que a partilhasse com ela.
Então contou:Quando tinha aproximadamente dez anos, o Mário e eu fomos pescar, e a
certa altura disse-me que os pinheiros, sabem quando é a Páscoa".Ela, como não
conseguia perceber o que ele queria dizer, quis saber um pouco mais.
"os pinheiros têm os novos rebentos, semanas antes da Páscoa, e se olhares para o
topo dos pinheiros, verás pequenos rebentos amarelos. A medida que nos aproximamos
do domingo de Páscoa, o rebento mais alto ramifica-se e formará uma cruz. Até que o Domingo de Páscoa chegue, verás que a maioria dos pinheiros, terá cruzes amarelas
pequenas, na ponta dos seus ramos"
Foi então que, nessa altura,ela olhou pela janela e não queria acreditar no que os
seus olhos viam... Era uma semana antes da Páscoa, e podia ver-se os pinheiros com os
seus rebentos, a apontar para o Céu. Os mais altos brilhavam à luz do Sol,com filas
de minúsculas cruzes dourados.
Só apetece dizer: OH SENHOR, QUÃO BELA É A TUA ARTE....
Uma feliz e abençoada PÁSCOA
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