segunda-feira, 31 de janeiro de 2011
CRISE
... Ontem dei comigo a pensar de uma forma bastante analítica sobre a crise que nos esta a afectar e apeteceu-me dizer à boa maneira do "coitadinho" Português: SOMOS
POBRES!
Mas reflectindo melhor perguntei-me: como posso dizer que somos pobres? Então resolvi fazer uma comparação com um cidadão comum dos E.U.A.
--- Como posso dizer que somos pobres, quando pagamos por um litro de gasolina, mais do dobro do que ele paga naquele País. Pagamos tarifas de lectricidade e telemóveis
80º/º mais caras do que custam nos E.U,A.
--- Podemos pagar por um carro mais de 20.000 Euros, quando o memo carro custa ao comprador Americano US$ 12.000 (8.400 Euros). Isto significa que podemos dar ao nosso governo mais 11.600 Euros.
--- Em Portugal pagamos em comissões bancárias de serviços, tres vezes mais do que
pagam os Americanos.
--- Nos E.U.A. os governõs Estatais tendo em conta a situação difícil dos cidadãos, cobra somente 2º/º do IVA, mais 4º/º que é o Imposto Federal, i.e., 6º/º, nada comparado com os 23º/º que pagamos ao estado Português. E contentes com estes 23º/º
ainda pagamos impostos Municipais
--- Um Banco privado vai à falência e nós que não temos nada a ver com isso, pagamos outro, com o dinheiro que damos ao estado. Pagamos ao governador do Banco Portugal
um montante anual que é três vezes superior ao do governador do Banco Federal daquele País.
Afinal pobres são os Americanos que apesar disto tudo não pagam impostos sobre os ordenados, e nós ainda podemos pagar impostos de lixo água , gás electricidade, segurança privada municipais, enquanto nos E.UA. se contentam co a Segurança Pública,
Mudamos os nossos filhis pa colégios Privados , financiados pelo Estado, pagando uma fortuna pelos livros escolares, enquanto nos E.U.A. as escola públicas emprestan~m os livros, prevendo que muitos não os possam comprar.
AFIANL NÓS NÃO SOMOS POBRES, GASTAMOS É MUITO MAL O NOSSO DINHEIRO.
POBRES!
Mas reflectindo melhor perguntei-me: como posso dizer que somos pobres? Então resolvi fazer uma comparação com um cidadão comum dos E.U.A.
--- Como posso dizer que somos pobres, quando pagamos por um litro de gasolina, mais do dobro do que ele paga naquele País. Pagamos tarifas de lectricidade e telemóveis
80º/º mais caras do que custam nos E.U,A.
--- Podemos pagar por um carro mais de 20.000 Euros, quando o memo carro custa ao comprador Americano US$ 12.000 (8.400 Euros). Isto significa que podemos dar ao nosso governo mais 11.600 Euros.
--- Em Portugal pagamos em comissões bancárias de serviços, tres vezes mais do que
pagam os Americanos.
--- Nos E.U.A. os governõs Estatais tendo em conta a situação difícil dos cidadãos, cobra somente 2º/º do IVA, mais 4º/º que é o Imposto Federal, i.e., 6º/º, nada comparado com os 23º/º que pagamos ao estado Português. E contentes com estes 23º/º
ainda pagamos impostos Municipais
--- Um Banco privado vai à falência e nós que não temos nada a ver com isso, pagamos outro, com o dinheiro que damos ao estado. Pagamos ao governador do Banco Portugal
um montante anual que é três vezes superior ao do governador do Banco Federal daquele País.
Afinal pobres são os Americanos que apesar disto tudo não pagam impostos sobre os ordenados, e nós ainda podemos pagar impostos de lixo água , gás electricidade, segurança privada municipais, enquanto nos E.UA. se contentam co a Segurança Pública,
Mudamos os nossos filhis pa colégios Privados , financiados pelo Estado, pagando uma fortuna pelos livros escolares, enquanto nos E.U.A. as escola públicas emprestan~m os livros, prevendo que muitos não os possam comprar.
AFIANL NÓS NÃO SOMOS POBRES, GASTAMOS É MUITO MAL O NOSSO DINHEIRO.
domingo, 23 de janeiro de 2011
AS PESSOAS QUE AMO DEIXO-AS LIVRES
... Na verdade, será que devemos deixar livres quem amamos?
Não poderá essa liberdade ser considerada como indiferença e falta de gostar na verdadeira acepção da palavra? A resposta será no mínimo egoista.
Isto leva-nos a pensar não no amor, mas sim a forma como com quem estamos relacionados.Amor não é isso, pois deve ser único e sublime, pois quem ama cuida.
Existe uma diferença entre olhar as pessoas como seres que amamos, ou como coisas que possuimos.É diferente de desapego. Se pensarmos no outro, com a ideia de liberdade e se essa pessoa nos ama realmente, nunca se afastará.
Se deixarmos o outro livre, só ele saberá se é indiferença ou altruismo e amor.
Uma coisa é liberdade, outra coisa é não demonstrar interesse pelo o que o outro faz, diz e pensa. É preciso ver o que se entende por " deixar livre". Ser livre é poder fazer escolhas responsabilizando-se por elas. Quiando se ama realmente alguém que é importante para nós, existirão sempre cobranças. Caso contrário o sentimento é mesmo INDIFERENÇA.
Não poderá essa liberdade ser considerada como indiferença e falta de gostar na verdadeira acepção da palavra? A resposta será no mínimo egoista.
Isto leva-nos a pensar não no amor, mas sim a forma como com quem estamos relacionados.Amor não é isso, pois deve ser único e sublime, pois quem ama cuida.
Existe uma diferença entre olhar as pessoas como seres que amamos, ou como coisas que possuimos.É diferente de desapego. Se pensarmos no outro, com a ideia de liberdade e se essa pessoa nos ama realmente, nunca se afastará.
Se deixarmos o outro livre, só ele saberá se é indiferença ou altruismo e amor.
Uma coisa é liberdade, outra coisa é não demonstrar interesse pelo o que o outro faz, diz e pensa. É preciso ver o que se entende por " deixar livre". Ser livre é poder fazer escolhas responsabilizando-se por elas. Quiando se ama realmente alguém que é importante para nós, existirão sempre cobranças. Caso contrário o sentimento é mesmo INDIFERENÇA.
segunda-feira, 17 de janeiro de 2011
UM CONTO
.....O sol brilhou forte e, Eduardo estendeu as suas pernas. O tempo já lhe trouxera
marcas, e o contemplar da luz reflectida nas poças de água, davam-lhe satisfação.Snetado no seu "banco", contemplava o correr algre das crianças pela relva so jardim,os seus longos cabelos, esvoaçando ao vento, como que dizendo:está na hora.
Ao lado do banco, uma folha de papel meio rasgada, anunciava:concurso de contos.
Com as mãos trémulas,Eduardo pegou na folha e sorriu às crianças... "Era uma vez"...
Engraçaso-pensou Eduardo-quase todos os contos começam com esta frase! Um sorriso limpo, emoldorou por instantes a sua face,com a barba por fazer.Ainda se lembrava dos compassos da sua juventude, agarrado ás forças da sua raiva, batendo forte com a enxada, na terra queimada pelo Sol. Sim, também se lembrava, do ritmo alegre dos bailes, onde todos os sábados, na velha escola da aldeia, o seu coração batia tão forte, tal e qual p coração de um cavalo, correndo louco pelos campos.
Eduardo procurou nos bolsos do casaco coçado, a sua ponte de cigarro, acendendo-a
cuidadosamente.
Também fora sonhador. Ainda onte, num emaranhado de papéis amarelecidos pelo tempo, a voz do tempo recordava-lhe, dirigindo-se à sua flor:"dar-te-ei a frescura de uma madrugada, uma corda da minha vida, que te embalará nas noites sem fim, tentando guardar-te do sofrimento e da angústia. Sim a sua flor jazia há muito sob o mármpre frio.Sentiu o cigarro queimar-lhe os lábios e, as suas mãos calejadas, de dedos toscos, atirara-no para longe.
"Afinal
quem sou eu
se contemplo os campos verdes do Além
sentindo morrer
o canto do rouxinol?
Nunca fora poeta, mas a sua alma ditara-lhe a sua dor, no dia em que desapareceu a sua flor.Com gestos lentos, Eduardo retirou a sua carteira e desdobrou cuidadosamente
uma folha de papel e leu:
Que importam os sonhos,
que importam as manhãs
se no obscurantismo de almas
o desespero, a angústia
marcam o compasso da vida
através das noites sem fim?
Ah, sonhos!...
Que me importam sonhos
se caminho por entre ruas sujas,
através de lamúrias de crianças,
prostitutas
e de olhares de velhos,
gastos no fitar da esperança
e contemplar
o amanhecer, doce e meigo
de nossas almas,
e ffinalmente...
Saber sorrir.
Sim, a sua flor deixara-lhe uma linda recordação. Eduardo dobrou a sua folha de papel guardando-a cuidadosamnente. O seu olhar perdeu-se no longínquo e, os seus passos arrastados, ouviram-se desaparecer. O vento lançara a folha da revista, para bem longe, do seu "banco", e no jardim,o correr alegre das crianças pela relva diziam-nos: "ESTÁ NA HORA"
marcas, e o contemplar da luz reflectida nas poças de água, davam-lhe satisfação.Snetado no seu "banco", contemplava o correr algre das crianças pela relva so jardim,os seus longos cabelos, esvoaçando ao vento, como que dizendo:está na hora.
Ao lado do banco, uma folha de papel meio rasgada, anunciava:concurso de contos.
Com as mãos trémulas,Eduardo pegou na folha e sorriu às crianças... "Era uma vez"...
Engraçaso-pensou Eduardo-quase todos os contos começam com esta frase! Um sorriso limpo, emoldorou por instantes a sua face,com a barba por fazer.Ainda se lembrava dos compassos da sua juventude, agarrado ás forças da sua raiva, batendo forte com a enxada, na terra queimada pelo Sol. Sim, também se lembrava, do ritmo alegre dos bailes, onde todos os sábados, na velha escola da aldeia, o seu coração batia tão forte, tal e qual p coração de um cavalo, correndo louco pelos campos.
Eduardo procurou nos bolsos do casaco coçado, a sua ponte de cigarro, acendendo-a
cuidadosamente.
Também fora sonhador. Ainda onte, num emaranhado de papéis amarelecidos pelo tempo, a voz do tempo recordava-lhe, dirigindo-se à sua flor:"dar-te-ei a frescura de uma madrugada, uma corda da minha vida, que te embalará nas noites sem fim, tentando guardar-te do sofrimento e da angústia. Sim a sua flor jazia há muito sob o mármpre frio.Sentiu o cigarro queimar-lhe os lábios e, as suas mãos calejadas, de dedos toscos, atirara-no para longe.
"Afinal
quem sou eu
se contemplo os campos verdes do Além
sentindo morrer
o canto do rouxinol?
Nunca fora poeta, mas a sua alma ditara-lhe a sua dor, no dia em que desapareceu a sua flor.Com gestos lentos, Eduardo retirou a sua carteira e desdobrou cuidadosamente
uma folha de papel e leu:
Que importam os sonhos,
que importam as manhãs
se no obscurantismo de almas
o desespero, a angústia
marcam o compasso da vida
através das noites sem fim?
Ah, sonhos!...
Que me importam sonhos
se caminho por entre ruas sujas,
através de lamúrias de crianças,
prostitutas
e de olhares de velhos,
gastos no fitar da esperança
e contemplar
o amanhecer, doce e meigo
de nossas almas,
e ffinalmente...
Saber sorrir.
Sim, a sua flor deixara-lhe uma linda recordação. Eduardo dobrou a sua folha de papel guardando-a cuidadosamnente. O seu olhar perdeu-se no longínquo e, os seus passos arrastados, ouviram-se desaparecer. O vento lançara a folha da revista, para bem longe, do seu "banco", e no jardim,o correr alegre das crianças pela relva diziam-nos: "ESTÁ NA HORA"
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
domingo, 2 de janeiro de 2011
O PRESENTE
DAR OU ESTAR- PRESENTE E O QUE VIVEMOS. AQUI E AGORA. DOS PRESENTES DO PASSADO JA RECOLHEMOS E MEMORIZAMOS OS RELEVANTES.QUANDO ACABAR O NOSSO PRAZO DE VALIDADE E ISTO QUE RESTARAºMEMORIA DE PRESENTES.
A CADA MOMENTO QUE PASSA OUTRO SE SEGUIRA.CONTQANDO DIAS EM CALENDARIOS, EM CADA ANO EXISTEM TRADICOES A SEREM FESTEJADAS. AS FAMILIAS APROVEITAM-OS PARA REENCONTROS.MUITAS VIDAS SAO VIVIDAS EM LUGARES FISICAMENTE DISTANTES UM DO OUTRO.OS MOMENTOS DE REENCONTRO SAO APROVEITADOS, PARA COSTURAR E FIXAR UMA MANTA DE RETALHOS, PEDACOS IMPORTANTES DE MOMENTOS PASSADOS, PARA NOS CONFORTAR E ABRIGAR DE MOMENTOS A CHEGAR.EM CADA PRESENTE A SUA REALIDADE. PRESENTE E AQUILO QUE ESTA A ACONTECER. O PRESENTE E ESTAR AQUI E AGORA. PRESENTE E ESTAR VIVO E TER CONSCIENCIA DELE. VALORIZEMOS O MOMENTO POIS ESTE E REAL.OUTROS VIRAO SEM SABERMOS COMO SERAO. QUANDO CHEGAREM SERAO OS PRESENTES QUE TEREMOS.
A CADA MOMENTO QUE PASSA OUTRO SE SEGUIRA.CONTQANDO DIAS EM CALENDARIOS, EM CADA ANO EXISTEM TRADICOES A SEREM FESTEJADAS. AS FAMILIAS APROVEITAM-OS PARA REENCONTROS.MUITAS VIDAS SAO VIVIDAS EM LUGARES FISICAMENTE DISTANTES UM DO OUTRO.OS MOMENTOS DE REENCONTRO SAO APROVEITADOS, PARA COSTURAR E FIXAR UMA MANTA DE RETALHOS, PEDACOS IMPORTANTES DE MOMENTOS PASSADOS, PARA NOS CONFORTAR E ABRIGAR DE MOMENTOS A CHEGAR.EM CADA PRESENTE A SUA REALIDADE. PRESENTE E AQUILO QUE ESTA A ACONTECER. O PRESENTE E ESTAR AQUI E AGORA. PRESENTE E ESTAR VIVO E TER CONSCIENCIA DELE. VALORIZEMOS O MOMENTO POIS ESTE E REAL.OUTROS VIRAO SEM SABERMOS COMO SERAO. QUANDO CHEGAREM SERAO OS PRESENTES QUE TEREMOS.
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