domingo, 3 de janeiro de 2010

O prazer de narrar e de escutar é o de ver os factos serem dispostos segundo um determinado gráfico. A meio de uma narrativa, volta-se às permissaas, e têm-se o prazer de encontrar, razões, chaves, motivações casuais. Que outra coisa fazemos quando pensamos no nosso próprio passado e nos congratulamos em reconhecer os sinais
do presente, ou do futuro? Sem dúvida que esta construção dá, um significado ao tempo, e o narrar é, em suma, apenas um meio de o trnasformar em mito, de lhe fugir.

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