...São muitas as razões para se ter Fé e Esperança.
Mias do que nunca, é preciso ter FÉ e ESPERANÇA em nós mesmos, para que nunca percamos a auto-estima, o gostar de nós próprios.
FÉ e ESPERANÇA também na família e nos amigos, com a certeza de que terão sempre
uma palavra amiga nos bons e maus momentos.
FÉ e ESPERANÇA de que a vida nã caba aqui, que existe algo para além da por vezes
sofrida existência. FÉ e ESPERANÇA no amor, no poder da tolerância, na magia da
compaixão, e na alegria e solidariedade.
FÉ e ESPERANÇA para que não fiquemos parados à beira do caminho, sem coragem para
avançar, FÉ e ESPERANÇA para contribuirmos de forma decisiva na construção de um
Mundo melhor, mias justo, tolerante e sobretudo, mais humano.
Tenho FÉ e ESPERANÇA que seremos pessoas capazes de levar essa chama de FÉ e
ESPERANÇA, por diante, para que nunca se apague, e que faça brilhar nos olhos de
todos a certeza de que não estamos de braços cruzados, e que o nosso velho MUNDO,
se tornará novo, em cada palavra, em cada gesto, e nos versos de cada poesia.
"Sou também alguém que entende que o perdão, é a principal arma para o Amor"
ResponderEliminarEduardo olá.
A propósito das suas palavras dizer-lhe que amiúde penso que o sermos sensíveis nem sempre é bom. Explico-lhe Eduardo o que quero dizer: há uns dias escrevia que por vezes ao sentir em mim tão grande ternura na partilha de vida que faço nos meus dias, se tornava completamente visível esse meu estar e o meu coração quase não aguentava essa tão sentida alegria...e este sentir é verdadeiro Eduardo. É uma alma colorida que canta e encanta. E este coração, estes corações, que sempre procuram estar, acompanhar... e não magoar, que sempre (quase sempre) escolhem as melhores palavras, que vão logo tão naturalmente a correr em auxílio de alguém que necessita...também têm os outros momentos. Aqueles momentos incomparavelmente fortes profundos, em que se a palavra, o silêncio, ..., magoa e fere, aí, esse mesmo coração torna-se um coração sofredor, diferente doutros menos atentos...
É a vida...
Pois é... a vida no seu expoente de alegria e de tristeza, de mágoa profunda. É a alma que muitas vezes silencia e chora.
E mesmo concordando com o que escreveu Eduardo que o perdoarmos é fundamental para conseguirmos em nós uma maior ternura, penso que leva tempo..pode até levar muito tempo, não a perdoar, mas a esquecer. Em muitos casos, dependente das situações, não vai ser possível viver com esses sentimentos que nos acompanham e nos magoam num mesmo sentir de grande tristeza sempre que a eles voltamos, mesmo já tendo perdoado...
Acredito que por isto muitas relações terminam (na minha profissão vou também assistindo a muitas situações destas incompabilidades) são muitas vezes, quase sempre, sentires de corações tão diferentes. São quase sempre também crescimentos diferentes e quando chegamos a um determinado momento, já não há como voltar atrás...
Gostei muito do que escreveu, sobre o viver o "hoje" presente. Sobre o continuar a amar as pessoas, persistir sempre, mesmo que hoje haja um grande silêncio.
Na verdade não podemos forçar as pessoas a mudar mas podemos escolher amá-las sempre. E deixar que sejam quem são, afinal todos temos um caminho a fazer...
E dos filhos não devemos desistir nunca.
Um abraço. Este é um espaço muito bonito este que o Eduardo aqui criou. Um espaço de partilha muito próprio.
E eu na dúvida se deva ficar, vou retirar-me.
Não sem antes lhe dizer que foi muito bom estar aqui o tempo que estive, acabamos sempre por falar também de nós. E faz-nos bem.
Obrigado Eduardo, também por isso.
Um abraço.
Dulce.
E em tempo dizer-lhe Eduardo que ainda a propósito das Suas palavras tão certas "TER FÉ...", eu também tenho: essa mesma Fé essa mesma Esperança...!
ResponderEliminarAbraço Amigo.
Dulce